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RAINBOW FLAVA |
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![]() ![]() São raríssimas as bandas
assumidamente GLS do momento a não ser exceções como Erasure, Indigo Girls, Pet Shop Boys. Seja em Nova Iorque em Paris ou até na meca gay do planet São Francisco, mas não é
impossível ver além das possibilidades. Já imaginou uma banda de rap gay? Pois a Rainbow Flava é assumida e aberta, salvo alguns intergrantes suspeitos. A banda surgiu em São Francisco e ancorados pela bandeira do arco íris revelando desde 98 um hip-hop ou rap como o diabo gosta. Dutch Boy, o vocalista e letrista da turma, assume o barco GLS e diz a que veio: "Há bandas gays como a nossa, mas não tanto, porém não há alguma banda lésbica em S.Francisco, por quê?" Hip-hop, rap, funk, dance, o grupo tem em
suas músicas um vocabulário próprio, por exemplo, gipsy kings(rainha
gay) no qual o vocalista se insere, é o básico. Com um rap que, rivaliza com
o homóbico Eminem, o grupo ganha
terreno na cena californiana. Com a plataforma de NI Double, DJ Monkey,
Juba Kalamka, eles formam a base do hip-hop queer do
momento. A banda faz uníssono com outros grupos de hip-hop homossexuais como Morplay, PointFivefag, 25Percenter, Lightskindid, entre outros que fazem o maior sucesso nas grandes cidade do Tio Bush de hoje. O próprio DutchBoy admite que faz a múisica com o objetivo de tirar os gays do armário e fazê-los sentir o quanto é bom a liberdade de ser o que é. E isto num universo de hip-hop que é dominado por racistas e homofóbicos. O editor da Hip-Hop Magazine confima: entre tantos grupos que emergem do hip-hop quais são os que admitem fazer sexo com o mesmo sexo? Fica aí a resposta para o povo GLS da música brasileira, quem sabe um dia? |